Regressar aos treinos

Regressar aos treinos requer sempre alguma prudência e há erros comuns que normalmente são cometidos relativamente às cargas e intensidades. Não podemos ambicionar o mesmo desempenho após uma paragem. Numa situação absolutamente excepcional para muitas pessoas, em que o treino foi interrompido, ou alterado na intensidade e na regularidade, a Fiquemforma continuou o seu trabalho com treino outdoor com personal trainer e sobretudo, com o treino por videoconferência. Algumas das pessoas que passamos a acompanhar vinham dos ginásios e estavam sem treinar há já algum tempo. Nesse sentido, tivemos de ter diversos cuidados para que o regresso à actividade fosse seguro.

Regressar aos treinos com pesos

No caso do treino com cargas externas, após ter havido uma interrupção, há a tendência para o praticante querer realizar as mesmas cargas e as mesmas séries que fazia anteriormente. Jamais será uma boa solução tentar voltar a treinar da mesma forma, de repente. É fundamental que, no regresso aos treinos, o praticante considere uma readaptação física para evitar lesões e assim permitir que o corpo absorva o estímulo, respeitando o ritmo biológico do organismo. São sempre necessárias 8 semanas para podermos ver evolução. No treino não existem adaptações radicais ou repentistas, nem devemos ambicionar nunca mudanças abruptas.

Quatro mulheres treinam la rua, sobem e descem para cima de uma caixa. O artigo fala sobre regressar aos treinos.

Regressar aos treino com o peso do corpo

Neste caso são necessários também alguns cuidados, fundamentalmente com as articulações, uma vez que, no caso do treino com o peso do corpo, o aumento da carga faz-se com o peso corporal e convém que músculos e articulações estejam devidamente adaptados e preparados para as solicitações provocadas pelo treino.

Regressar aos treinos cardiovasculares

Relativamente aos treinos cardiovasculares, sejam eles de corrida, ciclismo ou natação, devemos também respeitar as adaptações musculares, ósseas, articulares e de todo o sistema cardio-respiratório, onde devemos garantir que não existem grandes intensidades iniciais, uma vez que também existe musculatura envolvida nos ciclos respiratório, os músculos inspiratórios e expiratórios. Aqui a paciência é sempre uma boa opção. A totalidade dos treinos, nesta fase, deve ser treinos aeróbios, sem entrar em zonas de fadiga porque é nessas zonas que também o impacto articular é maior, expondo mais o praticante à lesão. Por outro lado, a recuperação nos treinos de baixa e média intensidade é mais fácil que nos treinos em zonas de maior intensidade.

Regressar aos treinos de alta intensidade

No regresso aos treinos de alta intensidade, sugerimos que sejam retomados os treinos cardiovasculares e os treinos com o peso do corpo e que sejam respeitadas as recomendações que demos, anteriormente, nessas duas dimensões. Regressar, após paragem, a treinos de alta intensidade é desadequado e perigoso. Não podemos passar do 8 para o 80 sob pena de haver alguma lesão que impeça a continuidade da prática. A busca por resultados rápidos pode ser um forte empecilho à integração da actividade física na rotina diária.

Efectivamente, a pandemia do corona vírus, veio criar muitas mudanças na forma como as pessoas passaram a olhar para o treino. Efectivamente com o encerramento dos ginásios as pessoas começam a procurar outras soluções para regressar aos treinos, tais como o treino outdoor com personal trainer e o treino por vídeo conferência, também com personal trainer. Na Fiquemforma todos os nossos clientes já beneficiavam da plataforma de treino online, o treino outdoor e ao domicílio já faziam parte do nosso dia-a-dia. Agora são mais as pessoas que procuram regressar aos treinos e para nós tem sido surpreendente como é que os treinos por videoconferência podem ser uma excelente ferramenta de trabalho, garantindo a regularidade do treino.

Fiquemforma - captura de ecrã da página de orçamentação

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