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Quanto peso devemos perder por semana?

As dietas restritivas e as flutuações dietéticas (“yo-yo”) são negativas para o organismo. Por um lado levam a uma grande instabilidade funcionamento do corpo e por outro levam a uma enorme frustração emocional.
De uma forma geral, perdas graduais de peso favorecem a redução de depósitos de gordura, limitando a perda de tecidos proteicos vitais e evitando o declínio brusco do metabolismo basal, que surge na rápida redução de peso. O desejável é a perda de 0,6-1 Kg/semana.

Treino ao ar livre, treino na rua, treino em grupo, coach outdoor
Cuidados a ter para conseguir perder peso
1. Devemos escolher os Hidratos de Carbono complexos em detrimento dos refinados;
2. Devemos ingerir 2 a 2,5g de proteínas/Kg de peso corporal
3. Evitar gorduras, bolos, fritos, enchidos
4. Comer pouco de cada vez em períodos inferiores a 3 horas
5. Realizar 6 a 7 refeições por dia
6. Comer fruta, legumes e vegetais na maioria das refeições
7. Evitar alimentos com um índice glicémico elevado
8. Comer peixe, no mínimo, 3 vezes a cada semana
9. Beber 1 L de água por cada 30 Kg de peso
10. Praticar exercício físico regularmente

A Importância da Fibra na alimentação diária
– Ajuda a digestão, previne a obstipação, ajuda a diminuir o colesterol
– Fontes – vegetais e frutos crus e com casca

Gorduras para a confecção e tempero
Boas soluções:
Azeite: o melhor tempero para o coração
Óleo de côco: óptima solução para altas temperaturas
Más soluções:
Margarina, Óleo alimentar, Banha, Manteiga e Natas: as “más gorduras”

Quais os factores de risco para a Saúde?
Consumo excessivo de bebidas Alcoólicas
O álcool é uma fonte dispensável de energia, pois fornece 7 Kcal/g e pode inibir a oxidação de gordura. Indivíduos com elevados consumos de álcool têm normalmente uma diminuição do apetite, e por conseguinte uma diminuição do peso. Contudo a maioria dos consumidores tende a ganhar peso, através da adição das calorias do álcool à sua dieta.
A elevada ingestão de álcool é considerada um factor de risco para a obesidade, visto favorecer o armazenamento de gordura e o aumento do peso.
Sedentarismo
A inactividade física é um importante factor de risco para as doenças cardiovasculares.
A falta de prática regular de exercício físico moderado potencia outros factores de risco de doenças, como são a hipertensão arterial, a obesidade, a hipercolesterolemia ou a diabetes.
Consequências dos maus hábitos alimentares
A ingestão excessiva de sal, de álcool; de gorduras e de açúcares de absorção rápida, por um lado, e a ausência de legumes, vegetais e frutos frescos, por outro, são considerados factores de risco associados às doenças cardiovasculares. A alimentação deve ser variada e dividida por muitas refeições ao longo do dia. A quantidade de Kcal deve ser adequada ao individuo.
Hidratação
-Mais de metade do corpo humano é composto por água. Esta deve ser reposta diariamente
-A água regula a temperatura corporal
– A hidratação é garantida pelo consumo da própria água, das frutas e das sopas de legumes.
– Beber álcool, café e chá aumentam a desidratação, o exercício por sua vez aumenta também a necessidade de ingerir água.

Consumo de sal
Dicas para redução do sal no dia-a-dia:
1 – Não adicionar qualquer quantidade de sal aos pratos. Retire a embalagem do sal na mesa.
2 – Reduza gradualmente a quantidade de sal na altura da confecção do prato. Deste modo, o paladar vai-se adaptando a pratos menos salgados.
3 – Optar por temperar com condimentos e ervas aromáticas, usando-os em vez do sal. Há dezenas de diferentes ervas no mercado, cada qual com o seu sabor e aroma, conferindo sempre diferentes paladares aos pratos.

Referências

1. Barata, Temudo; “Actividade Física e Medicina Moderna”; Europress

2. Peres, Emílio(1997); “Bem Comidos e Bem Bebidos”; Caminho.

3. Rogers, J.D.P., (2001). A saúde pela alimentação. Enciclopédia de educação e
saúde vol 1,2,3. Publicadora Atlântico.